Lodo na estrada não foi empeçilho para os tradicionalistas.
Chagada e recepção da chama que se manterá acessa até o dia 20 de setembro.
Parte dos cavalarianos e prendas, na chegada da chama.
Lodo na estrada não foi empeçilho para os tradicionalistas.
Chagada e recepção da chama que se manterá acessa até o dia 20 de setembro.
Visitantes puderam acompanhar relatos da história cultural de Roque Gonzales.
Coordena a cavalgada, Décio Dutra que assegura que no total serão percorridos cerca de 170 quilômetros. Dutra diz ainda que para a organização da cavalgada é necessário um bom tempo prévio de trabalho, para que tudo saia conforme o planejado.
Parte dos componentes da cavalgada, observando-se uma boa participação feminina.
Para o presidente da ACT, Rodrigo Henrique Pukall, a escolha de Roque Gonzales para o acendimento da chama, deve-se ao fato de aqui ser a terra em que aconteceram os fatos envolvendo Nheçu e os padres-mártires. Segundo Pukall a cada ano a Associação procura visitar um município que tenha uma relação histórica interessante.
Mas por enquanto vou aproveitar a espera do canudo, que, naturalmente vem sem o diploma.
E, depois, comemorar a conquista esperada há cinco anos.
A pipa de vinho, as uvas e as cores da Italia.
Os livros, a pena e a tinta, representando a literatura e seus escritores.O casal Genésio e Sara da Rosa estão realizando o sonho da casa própria.
O projeto do novo núcleo foi formatado pelo secretário municipal de Planejamento Révis Moura, que acredita ter sido concretizado o projeto devido as parcerias formadas entre o Município, a Caixa e a RGE.
Pelo projeto, o Governo Federal, pela Caixa, repassará R$ 6 mil por unidade habitacional e o Governo do Estado, R$ 1,5 mil. Caberá ao Município realizar a parte civil da obra (construção, arruamento e canalização hidrica). À RGE caberá a disponibilização de postes de entrada de energia elétrica para as unidades.
Com isso, aos futuros moradores sobrará apenas o pagamento de taxas de registros dos contratos e outras pequenas despesas que, somadas, não passam de R$ 100.
Esta ação é a primeira grande botada da atual administração municipal.
Futura casa de força, já consumiu dezenas de toneladas de concreto.
Para possibilitar a construção da obra foi necessário o desmatamento de 900 mil metros quadrados de matas nativas, representando um custo de aproximadamente R$ 13 milhões.
A cena acima é da Rua Monsenhor Wolski, estando ao fundo, sem possibilidade de visão, a Estação Rodoviária. À direita está situada a Praça Tiradentes.

Com certeza tudo sairá perfeito, ainda mais que as pessoas que estão à frente do evento, costumam dar tudo de si para que dessa forma as coisas se realizem.
Além da janta haverá lançamentos de livros de escritores da região, incluindo o ilustre roquegonzalense NELSON HOFFMANN.
SARA UNA NOTTE INDIMENTICABILE!
De acordo com Elson da Silva, da CRS o trabalho de vigilância deve fazer um trabalho conjunto com os militares para divulgar e orientação junto a população dos municípios de fronteira, tratando sobre as sintomatologias da doença e medidas de precaução que devem ser adotadas pelas pessoas com sintoma da doença e aquelas que não apresentam nenhum sintoma.
Após os esclarecimentos, Silva destacou que a população não será fiscalizada ou policiada, mas orientada sobre a nova gripe.
O trabalho do Exército será feito nas áreas de travessia legal (portos e aduanas), não sendo feito tais trabalhos naquelas travessias irregulares. A divulgação, no entanto, será levada as populações moradoras às beiras de rios, sendo o caso de Roque Gonzales que não tem uma travessia legal, mas que sabidamente existem áreas de translado entre o Brasil e a Argentina.
A orientação é de que eventuais pessoas que fazem esse tipo de travessia, ao apresentarem algum sintoma de contágio, procurem imediatamente os postos de saúde.
Silva destaca que os militares que atuaram na região não farão papel de policiamento ou fiscalização, mas tão somente de divulgação e orientação sobre aspectos da doença.
Para Roque Gonzales deverão ser alocados quatro militares do Exército.
Na coluna do dia 14, interessante questionamento foi proposto ao presidente com relação a carga tributária brasileira.
A pergunta era relacionada a quando a carga tributária brasileira deixará de ser uma das maiores do mundo e baixará para níveis semelhantes aos de outros países.
Lula, após discordar da colocação do questionador, disse que a carga tributária brasileira está distante das mais elevadas do mundo. De acordo com ele, a Bélgica tem em impostos o equivalente a 44% do PIB, os tributos na Suécia chegam a 48,2% e, na Dinamarca, chegam a representar 48,9%. O presidente ainda atribuiu aos impostos cobrados no País a possibilidade de o governo levar adiante programas como o PAC ou o Bolsa Família.
Tem razão – como sempre – o presidente, porém não é possível atribuir esses comparativos com paises considerados de primeiro mundo.
Não dá para comparar a qualidade de vida nesses três paises, tampouco outros fatores sociais.
Bélgica, Suécia e Dinamarca, definitivamente, não são paradigmas para o Brasil e, portanto, não se pode fazer tal comparativo.
A ideia era promover um estudo em que houvesse um real sentido para a população e que não se destinasse tão somente às bibliotecas das universidades, como acontece com a maioria das teses.
Das amostras coletadas, 58% da contaminação se verificou na região da grande São Paulo, seguido pelas outras regiões metropolitanas.
A contaminação se dá diretamente no leite materno – e não no sangue – porque esses compostos têm maior afinidade por gorduras e, nas mulheres, a maior concentração delas está situada nas glândulas mamárias.
A pesquisa foi publicada em vários jornais e revistas brasileiras, surgindo, a partir daí, legislações na área, de modo a obrigar a substituição dos antigos transformadores, por novos, menos poluentes.
Cláudia, atualmente é servidora do Ministério da Agricultura, em Campinas, onde atua no setor de análise de produtos de origem animal para consumo no Brasil e para exportação.
PARA ROQUE GONZALES E REGIÃO É MOTIVO DE ORGULHO A PESQUISA FEITA POR CLÁUDIA.
Lula e Collor no palanque em Alagoas: inseparáveis nos interesses.
Tudo isso não seria nada anormal, não fosse as relações passadas entre Lula e Collor.
Em 1993, por exemplo, à época do impeachment do então presidente Collor, Lula deu a seguinte resposta ao ser questionado pelo jornalista Milton Neves, se ele (Lula) tem pena de Fernando Collor de Mello:
“Tenho! Não é que eu tenho (?) pena... como ser humano (?) eu acho que uma pessoa que teve a oportunidade que aquele cidadão teve de fazê (?) alguma coisa de bem (?) para o Brasil, um homem que tinha respaldo da grande maioria do povo brasileiro, ou seja, que ao invés de construir um governo, construiu uma quadrilha como ele construiu, me dá pena porque deve haver qualquer sintoma de debilidade no funcionamento do cérebro do Collor, efetivamente eu fico com pena, porque eu acho que o povo brasileiro esperava que essa pessoa pudesse, pelo menos, conduzir o País, se não à soluções definitivas (?), pelo menos à indícios de soluções para os graves problemas que nós vivemos. Lamentavelmente a ganância, a vontade de roubar, a vontade de praticar corrupção, fez com que o Collor jogasse um sonho de milhões e milhões de brasileiros por terra.
Mas, de qualquer forma, eu acho que foi uma grande lição que o povo brasileiro aprendeu e eu espero que o povo brasileiro (4ª vez), em outras eleições escolha pessoas que, pelo menos eles (?) conheçam (?) o passado político.”
ENTÃO TÁ... SE É ASSIM, TÁ ÓTIMO!
Para recordar: Lula nos anos 90, procurava mecher com seus adversários e, no caso acima, com seu companheiro, também.

Aqui, Andressa e o técnico Edvaldo José Erlacher, que confiou novamente na já promessa do futebol brasileiro.
Da primeira convocação (foto acima), treze meninas foram cortadas e outras onze novas atletas foram convocadas. Do total, sete são gaúchas.