
Na coluna do dia 14, interessante questionamento foi proposto ao presidente com relação a carga tributária brasileira.
A pergunta era relacionada a quando a carga tributária brasileira deixará de ser uma das maiores do mundo e baixará para níveis semelhantes aos de outros países.
Lula, após discordar da colocação do questionador, disse que a carga tributária brasileira está distante das mais elevadas do mundo. De acordo com ele, a Bélgica tem em impostos o equivalente a 44% do PIB, os tributos na Suécia chegam a 48,2% e, na Dinamarca, chegam a representar 48,9%. O presidente ainda atribuiu aos impostos cobrados no País a possibilidade de o governo levar adiante programas como o PAC ou o Bolsa Família.
Tem razão – como sempre – o presidente, porém não é possível atribuir esses comparativos com paises considerados de primeiro mundo.
Não dá para comparar a qualidade de vida nesses três paises, tampouco outros fatores sociais.
Bélgica, Suécia e Dinamarca, definitivamente, não são paradigmas para o Brasil e, portanto, não se pode fazer tal comparativo.
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